Que diferenças há entre um poema ou um conto publicado em papel e na rede?

Que diferenças há entre um poema ou um conto publicado em papel e na rede?

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A invenção da Internet provocou inúmeras mudanças nas práticas sociais de leitura e escrita, assim como na produção, distribuição e consumo de livros em papel e nos espaços e atividades relacionados com as livrarias, as bibliotecas, as editoras, etc.

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Verifiquemos algumas dessas mudanças:

  • Hoje já é possível comprar, ler e comentar um livro sem sair de casa, através da rede, com um computador portátil, um tablet ou um telemóvel. 
  •  Um leitor que viva nos EUA, em Moçambique ou no Brasil pode, em qualquer sítio, comprar um livro assim que este seja colocado à venda numa loja em linha. Há uns anos, este mesmo livro tinha de ser impresso em papel, levava muito tempo a chegar a qualquer lado e era vendido a preços elevados.
  • A rede facilitou a digitalização de muitas obras literárias, sobretudo as clássicas e antigas, já livres de direitos de autor. Muitas obras são armazenadas na nuvem (na rede) e podem ser consultadas gratuitamente com uns simples cliques a partir do nosso dispositivo.
  • A rede põe o autor em contacto com os seus leitores e as editoras com os seus clientes. Hoje é possível seguires os teus autores preferidos (de romances, de banda desenhada, de poesia) no Twitter, Facebook ou num blogue ─ e pode acontecer que te respondam!  Também podes pesquisar as editoras em linha e, inclusivamente, consultar alguns booktrailers, antecipando as novidades. 
  • A rede também põe os leitores em contacto entre si. Existem grupos de seguidores de um autor ou de uma obra. Os fãs da série Guerra dos Tronos podem criar e partilhar as suas histórias na Internet, numa rede de fanfic. E os leitores podem recomendar livros através de booktubes, uma experiência multimodal muito divertida. 
  • A rede permite mudanças mais profundas na produção de obras literárias… Alguns autores começaram a escrever ficção e poemas, incluindo fotografias, música ou vídeos, a experimentar a introdução de hiperligações ou de programas informáticos que “manipulam” o texto. É a literatura digital propriamente dita, que já não depende do papel.

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