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Inquérito sobre os hábitos de leitura das famílias portuguesas

Infografia HabitosLeitura Creditos McDon

O inquérito “O que leem os nossos filhos” – uma sondagem que analisa os hábitos de leitura das famílias portuguesas, com crianças e jovens entre os 5 aos 15 anos. Considerando um universo de 1000 pais, com o intuito de promover um momento de reflexão sobre a forma como leem as famílias portuguesas e a importância da leitura, nas suas mais variadas formas e formatos, no desenvolvimento cognitivo das nossas crianças. Das diferentes conclusões do inquérito, destaca-se que só cerca de metade dos pais português têm hábitos de leitura com os filhos e apontam a falta de tempo como principal razão para não o fazerem.

Principais conclusões do estudo, ao nível dos pais:

  • 51% não tem atualmente hábitos de leitura, essencialmente por falta de tempo. Ainda que 90% leia ou tenha tido o hábito de ler aos seus filhos, 93% considera ouvir histórias desde pequenos como fator importante para o desenvolvimento de bons hábitos de leitura nas crianças.
  • O momento preferencial para ler aos filhos é ao deitar: 66% dos pais levam livros para os filhos nas férias, ainda que apenas 6% dê um livro quando vão jantar fora contra os 24% que dão o telemóvel.
  • 77% dos pais consideram que é muito importante desenvolver hábitos de leitura já que é uma mais-valia para o desenvolvimento pessoal e 88% consideram que tem impacto positivo no aproveitamento escolar.
  • O papel é o suporte preferido para adultos.

Principais conclusões do estudo, ao nível dos filhos:

  • 67% das crianças que sabem ler, têm hábitos de leitura. 86% lê pelo menos 1 vez por semana.
  • Os livros de Aventuras e os Clássicos Infantis são os preferidos e o papel é o suporte preferido.
  • Os pais têm influência nos hábitos de leitura dos filhos, entre os pais com hábitos de leitura 71% dos filhos tem hábitos de leitura (+4% que o total). Entre os pais que costumavam ler para os filhos 68% dos filhos tem hábitos de leitura (+1% que o total).
  • A leitura surge como a 5ª atividade de tempos livres para os miúdos com 26% de referências. O uso e consumos multimédia obtém o 4º lugar com 64%.
  • Concluiu-se também que a % de crianças com bom aproveitamento escolar é superior junto das crianças que tem hábitos de leitura.

Estas conclusões demostram que é importante apoiar os pais a encorajarem as crianças a ler, estimular a sua imaginação e tornar a leitura num momento divertido e partilhado em família, bem como providenciar um maior acesso a livros.

 

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"O TEU FUTURO" - plataforma de orientação vocacional e profissional

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A Escola Virtual, em parceria com a Design the Future tem, a partir de agora, uma nova ferramenta de trabalho. ‘O teu futuro’ é uma plataforma, dentro da Escola Virtual, de acesso gratuito, e que permite orientar e auxiliar os alunos do 9º ano e do ensino secundário a descobrir a sua verdadeira vocação profissional. Vai permitir ao aluno um processo de autoconhecimento, com recurso a inúmeras opções formativas e descoberta de profissões. Através de uma dinâmica de questionários, exercícios e dicas, o perfil individual é traçado de acordo com as características de cada aluno.

 

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JOVENS E DESPORTO: DAS ESCOLAS ÀS COMPETIÇÕES

customLogoO desporto jovem em Portugal é muito mais do que futebol. Está a crescer o número de atletas a praticar vólei, basquetebol, atletismo ou ciclismo, surf, rugby, ginástica ou patinagem. Dos . E se são os rapazes os grandes desportistas, o crescimento dos atletas federados na última década foi sobretudo feminino. Elas preferem ginástica, natação, voleibol, equitação ou patinagem, mas também já dão cartas no futsal ou no futebol. Quais as vantagens do exercício para o crescimento físico e psicológico? Quais são os riscos de uma prática mal-acompanhada? O que está a faltar nas escolas e nos apoios a quem quer competir em Portugal e representar o país lá fora?

Desporto Escolar em Portugal: A convergência, desde sempre, adiada entre sistema educativo e sistema desportivo

Adaptado de DN

O desporto escolar (DE) deve ter um papel inequívoco na promoção de estilos de vida saudáveis, na formação da cidadania e no desenvolvimento de capacidades e competências. Não obstante o tema ser demasiado extenso e complexo quer na ótica da valorização social do DE, quer na das condições de desenvolvimento da atividade, o que nos preocupa é a relação, desde sempre adiada, entre o DE e o Desporto Federado (DF).

O DE integrado no plano de atividade da escola e coordenado no âmbito do sistema educativo (Decreto-Lei n.º 95/1991), abrange, para todos os alunos interessados (ensino público, particular, cooperativo), um sistema de modalidades e de práticas organizadas de modo a integrar o ensino, o treino, a recreação e a competição. Além de implementar as recomendações da OMS e da Assembleia da República (n.º 94/2013) relativas à promoção do desporto escolar e à prática desportiva, procura promover o sucesso educativo, o bem-estar dos alunos e colaborar com o desenvolvimento desportivo nacional.

O DE desenvolve-se em quatro níveis:

  • nível I, atividades de continuidade dos conteúdos curriculares da disciplina de Educação Física;
  • nível II, atividades de treino desportivo de grupos equipa e de competição desportiva;
  • nível III, atividades de treino e competição em modalidades e grupos equipa de elevado potencial desportivo;
  • nível IV, Centros de Formação Desportiva (CFD), que visam a melhoria do desempenho desportivo, através da concentração de recursos humanos e materiais em locais para onde possam convergir alunos de vários agrupamentos, quer nos períodos letivos, quer em estágios.

Tendo em consideração a existência de 939.232 alunos (dados de 2016) no sistema educativo, participam nas atividades de nível I (mega sprint, corta mato e basquetebol 3x3) cerca de 8.24% do total dos alunos; nas atividades de nível II, nas diferentes fases (Campeonatos Escolares; Regionais Escolares; Nacionais Escolares e Internacionais), em 38 modalidades desportivas, cerca de 19.83% alunos (186.304); e nas atividades de nível 4 cerca de 2.4% dos alunos.

Sendo o desporto uma atividade comum a ambos os sistemas e que pressupõe uma formação desportiva, apesar de em meios e contextos diferenciados, que implica o treino e a competição, na qual são necessários recursos humanos, logísticos, administrativos, temporais e de enquadramento que garantam as efetivas possibilidades de participação dos jovens que também são alunos, não se afigura uma atitude responsável a manutenção do deficit atual de articulação que se verifica entre o sistema desportivo e o sistema educativo, para além das iniciativas pontuais mais fruto das relações pessoais do que das institucionais.

Esta coordenação é determinante para dar resposta às recomendações da OMS e AR; para mitigar as consequências negativas da pirâmide demográfica invertida, criando hábitos de prática sistemática nos alunos em fase crítica de aprendizagem e não pressupõe nem a subalternização nem a balcanização de um sistema pelo outro, mas sim uma convergência de ações e partilha de recursos e de boas práticas num processo de generalização da prática desportiva em contexto escolar e associativo.

Isto num contexto atual de evidência de experiências de sucesso no âmbito de coordenação entre os dois sistemas com as Unidades de apoio ao alto rendimento escolar, UAARES, que têm resultado para o alto rendimento desportivo e sucesso académico, atestando a importância de ações desta natureza quando bem consagradas entre os dois sistemas.

A realidade é que o modelo atual, não favorece as possibilidades de desenvolvimento desta relação, apesar da desnecessidade de definir um modelo único e universal. O que deve ser equacionado é a possibilidade de enquadrar diferentes estratégias e fases de implementação que tenham como referência o contexto e a modalidade específica, tendo sempre como objetivo o aumento do número de jovens com acesso à prática desportiva, (inclusiva) e o seu devido enquadramento social, escolar e desportivo.

Este facto requer a existência de uma coordenação global, entre a Direção Geral da Educação (DGE) e as Federações Desportivas dotadas de Utilidade Pública (FDUP), via IPDJ, que defina princípios que orientem a estruturação de projetos específicos ao nível regional e local, possibilitando a existência de configurações diferenciadas em função das realidades específicas, valorizando a coordenação entre as escolas e agrupamentos de escolas, os clubes e associações, com envolvimento efetivo de alunos e professores, atletas e treinadores numa relação próxima com as autarquias locais.

Quadro das ações a implementar

Considerando a missão do sistema Educativo e Desportivo, devem as entidades do DE (coordenação nacional do desporto escolar, CLDE - Coordenações Locais do Desporto Escolar e as Direções de Serviços Regionais- DSR"s) e do DF (Federações dotadas de UPD, associações desportivas e clubes) coordenar ações em três grandes setores:

  • formação de RH (Professores, técnicos desportivos e árbitros);
  • quadros competitivos;
  • projetos desportivos.

Existem ações gerais que a montante devem ser dirimidas de forma a facilitar as sinergias que garantam a eliminação de obstáculos administrativos/ legais na coordenação entre os dois sistemas, nomeadamente:

  • ao nível dos seguros de participação (desportivo vs. Escolar);
  • regras de restrição/promoção à participação de alunos federados nas competições de nível II e nível IV do DE, garantindo um alargamento da formação desportiva a mais alunos e a coordenação entre projetos dos centros de formação desportiva e seleções regionais do sistema desportivo;
  • sistema de contabilização dos indicadores de prática contribuindo ambos como métricas da prática desportiva nacional.

Ao nível da formação, importa desenvolver processos de formação dos professores/treinadores para ações desenvolvidas no âmbito do sistema educativo ou federado, especificamente:

  • Certificação de competências adquiridas em sede de formação contínua na formação inicial de treinadores para professores/treinadores de grupos equipa;
  • Dupla certificação no âmbito da formação contínua de professores, créditos necessários para progressão na carreira, e formação complementar para renovação da cédula de treinador desportivo;
  • Alargamento da formação elementar de árbitros/alunos conjuntamente com o sistema desportivo.

Ao nível dos projetos desportivos:

  • Estender o desporto como complemento da atividade e formação escolar das crianças no 1º ciclo E. Básico pela coordenação entre os agrupamentos de escolas verticais e o DF (clubes e associações);
  • Implementar a captação e acompanhamento de crianças e jovens praticantes com talento, assente nas unidades de ensino e treino do Desporto Escolar;
  • Fomentar a criação de estruturas próprias de prática desportiva nas escolas, e rentabilizá-las com clubes/entidades associados ao DF (clubes e associações territoriais) envolvidas.

Ao nível dos quadros competitivos, fomentar e desenvolver a participação de equipas das escolas (DE) em quadros competitivos mistos, não só pela incorporação de grupos/equipas de nível II/III nos quadros competitivos do sistema federado e vice-versa, promovendo assim uma participação "mista" (Desporto Escolar e Desporto Federado) em idades de formação.

Todos estas ações carecem, desde logo, duma coordenação entre o DE e o DF, que passa acima de tudo pela partilha de informações, recursos humanos, logísticos e materiais devidamente faseados no tempo. Exista vontade política pois os restantes recursos necessários existem. Basta aproveitar de forma correta e convergente as cercas de 22.000 h de créditos horários assegurados pelo Ministério da Educação (Despacho 6827/2017) e a disponibilidade dos RH adstritos às FDUP.

Presidente da Federação Portuguesa de Natação

Adaptado de Fronteiras XXI

 

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Peregrinação - Fernão Mendes Pinto

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Na «Peregrinação», Fernão Mendes Pinto narra a sua vida, de aventuras e desventuras, e as suas viagens pelo Oriente, ao longo de 21 anos, em relatos de enorme riqueza, com descrições muito pormenorizadas dos povos, das línguas e das terras por onde passou. Estas descrições revelam uma enorme admiração e fascínio pela grandiosidade dessas civilizações. Chega, inclusive, a recorrer a personagens orientais para tecer críticas à cobiça e ambição dos mercadores e militares ocidentais. Por outro lado, no Ocidente da época ninguém acreditava que o Oriente fosse assim tão rico e tão diferente quanto a tradições culturais. Por estes factos, o autor é acusado por muitos de exagero, tendo ficado célebre o dito popular «Fernão, Mentes? Minto!» Hoje é consensual o valor histórico e literário da sua obra, feita de elementos verídicos e de ficção. Suspeita-se que algumas partes dos seus escritos tenham sido destruídas pelos Jesuítas aquando da Inquisição. À época da sua publicação, «Peregrinação» torna-se um sucesso, um pouco por toda a Europa, pelos conhecimentos amplos sobre o Oriente. Nos anos seguintes, teve dezanove edições, em seis línguas.

 

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As mulheres em Portugal, hoje: quem são, o que pensam e como se sentem

mulheres hoje 

Quem são, o que pensam e como se sentem as mulheres em Portugal? Um estudo (ver resumo) que representa perto de 2,7 milhões de mulheres entre os 18 anos e os 64 anos nas várias dimensões das suas vidas: o emprego, as horas de trabalho dedicado à casa, a situação económica, a relação com a pessoa parceira, os filhos, entre tantas outras. Com esta investigação, a Fundação Francisco Manuel dos Santos e a consultora PRM Market Intelligence esperam contribuir para gerar um debate construtivo e uma reflexão crítica sobre o papel das mulheres e dos homens na nossa sociedade (ver anexos).

Versão Digital

 

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Pedro Nunes e a distância de Lisboa à Índia

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Adaptado de Gaspar, J. (2019). Pedro Nunes e a distância de Lisboa à Índia. PÚBLICO.

Em 1547, foi nomeado cosmógrafo-mor do reino, tornando-se responsável pelo padrão cartográfico oficial. Teve então a oportunidade de corrigir o que considerava ser um erro grave no desenho das cartas. E assim o fez, começando por mandar fazer observações astronómicas em Diu, a fim de determinar a sua longitude. O resultado foi um novo padrão em que a distância longitudinal entre Lisboa e a Índia aparece ligeiramente encurtada, tal como num planisfério de Lopo Homem, desenhado em 1554. Uma redução mais drástica, e mais próxima da realidade, teria sido obtida se as observações mandadas fazer por Nunes tivessem melhor qualidade. No entanto, a determinação da longitude através de observações astronómicas estava ainda sujeita, naquela época, a erros consideráveis.

Voltando às queixas de Lopo Homem, por que razão considerava o cartógrafo que as cartas feitas segundo o padrão de Nunes “eram muito desvairadas de toda a verdade e ciência de navegar”? Isto é, que tipo de erros poderia torná-las incompatíveis com as boas práticas de navegação? Certamente não se trataria das distâncias entre os lugares medidas sobre as cartas – em particular, entre Lisboa e a Índia – as quais não eram geralmente de fiar. O problema estava na orientação das linhas de costa, particularmente da costa africana, que já não estava de acordo com as indicações da agulha de marear. Por outras palavras, o novo padrão tinha deixado de respeitar a concordância entre as direcções representadas nas cartas e as que eram medidas pelos pilotos a bordo, uma discordância absolutamente crítica para a segurança da navegação – muito mais do que os erros nas distâncias.

Por volta de 1560, numa nota dirigida ao rei de Portugal, o cartógrafo português Lopo Homem queixa-se asperamente do novo padrão cartográfico oficial, o Padrão del Rei, que tinha sido instituído pelo cosmógrafo-mor, o matemático Pedro Nunes. O Padrão del Rei era o modelo no qual todas as cartas náuticas utilizadas pelos pilotos ao serviço da coroa se deveriam basear. Segundo Lopo Homem, o novo padrão tinha sido preparado utilizando os eclipses do Sol e da Lua para determinar as longitudes dos lugares, mostrando que as distâncias reais de Lisboa à Índia, e também às Ilhas Molucas, eram muito menores do que as representadas nas cartas náuticas. No entanto, e de acordo com o seu testemunho, “todas cartas que por este padrão depois se fizeram […] são muito desvairadas de toda a verdade e ciência de navegar, e em todas as armadas que foram à India se fizeram e aconteceram muito maus recados e más viagens em o navegar por elas e se perderam muitas naus das armadas del rei … E por isto forçados mandam los pilotos e navegantes fazerem suas cartas … a Castela”. Na época em que esta nota foi escrita, os pilotos sabiam perfeitamente que a distância entre Lisboa e a Índia medida nas cartas náuticas estava exagerada. Pedro Nunes já se tinha queixado desse facto cerca de vinte anos antes, no seu Tratado em Defesa da Carta de Marear (1537), atribuindo-o à incompetência dos pilotos, “os quais lançam a direito tudo o que passaram por tantos rodeios, dos quais não podem fugir”. Embora Pedro Nunes estivesse certo quanto à exagerada distância longitudinal entre Lisboa e a Índia, não tinha razão em atribuí-la à incompetência dos pilotos.

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Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha da Flora Vascular- SPBotânica

allium ericetorum

Apadrinhámos uma planta da Lista vermelha portuguesa ( Sociedade Portuguesa de Botânica). Esta extensa lista de plantas que constará no livro das Plantas Portuguesas da Lista vermelha será realizado em maio de 2019. Estas estão em perigo de desaparecer. A planta selecionada de entre 620 espécies foi a Allium ericetorum. O motivo da escolha da espécie Allium ericetorum (ver anexos) foi por ser uma planta relativamente próxima (Marateca) e por resistir num ecossistema semelhante à nossa localidade. Soubemos, ainda, que esta “mancha” de plantas existe numa herdade agrícola sobrepastoreada e seria necessário sensibilizar o dono desta propriedade para este facto.

A Sociedade Portuguesa de Botânica (SPBotânica) está a promover a campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’, convidando toda a comunidade a contribuir para a conclusão do projeto ‘Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental’, através do apadrinhamento de uma das 25 espécies ameaçadas selecionadas de entre as 620 plantas-alvo do projetoO apadrinhamento é feito mediante um donativo único de valor mínimo igual a 12€ por planta, e do preenchimento do formulário eletrónico disponível no site da campanha (Natal | Primavera-Verão | Outono-Inverno), onde se encontra informação adicional. Todos os padrinhos receberão o respetivo diploma, em formato digital, e terão o seu nome junto do da planta afilhada no portal do projeto e na publicação final (em livro e versão digital), prevista para maio de 2019, como sinal de reconhecimento pelo seu valioso contributo para o projeto.

Na Escola Álvaro Velho a palestra sobre a Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental teve a presença dos biólogos Patrícia Silva e Miguel Porto da Sociedade Portuguesa de Botânica (6 de fevereiro).

palestra colagem

O projeto ‘Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental’ é um projeto científico de âmbito nacional que pretende avaliar o risco de extinção das plantas nativas do nosso país segundo os critérios e as categorias da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da UICN - União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN Red List of Threatened Species TM) e publicar a obra homónima, um documento aguardado há mais de 20 anos que terá uma importância estratégica para a definição de prioridades de conservação e para a implementação de políticas de gestão da conservação da biodiversidade em Portugal. Este documento será publicado em livro e suporte digital, e os resultados serão integrados no Cadastro Nacional de Valores Naturais Classificados, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de julho, o que permitirá, em última instância, a protecção legal das espécies ameaçadas. Os resultados preliminares do projeto, que apontam para cerca de 380 espécies de plantas ameaçadas em Portugal continental, foram recentemente divulgados em diversos órgãos de comunicação social (Expresso, TSF, Antena 1, Wilder) e podem ser consultados na nossa página de divulgação. O projeto, que teve início em outubro de 2016 e terminará em junho de 2019, é coordenado pela Sociedade Portuguesa de Botânica (SPBotânica) e pela Associação Portuguesa de Ciência da Vegetação - PHYTOS, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e culminará numa conferência pública de apresentação dos seus resultados finais no dia 21 de maio de 2019, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa

O projeto é cofinanciado em 85% pelo Fundo de Coesão através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR-03-2215-FC-000013) e em 12,2% pelo Fundo Ambiental, cabendo à SPBotânica comportar os 2,8% restantes da despesa total elegível, bem como todas as despesas consideradas não elegíveis pelas entidades cofinanciadoras no âmbito deste projeto mas essenciais para a sua concretização. Os donativos angariados na campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’ serão assim um valioso contributo para a conclusão deste projecto de enorme importância para a conservação da biodiversidade em Portugal. Uma forma alternativa de contribuir para a conclusão deste projeto bem como para as restantes atividades da SPBotânica – associação sem fins lucrativos fundada em 2009 e responsável pelo desenvolvimento do portal Flora-On – é tornar-se sócio da associação. A quota anual é de 25€ para sócios individuais, 60€ para sócios coletivos, havendo descontos para crianças (5€), estudantes (15€) e famílias.

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Na sequência do donativo que concedeu ao projecto 'Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental' no âmbito da Campanha 'Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha', o qual muito agradecemos, junto enviamos o diploma de padrinho. Como sinal de reconhecimento, o nome dos padrinhos já se encontram no portal público do projecto e irão figurar também na publicação final em livro, que será publicada em Maio de 2019. Muito obrigada pelo generoso contributo.

 

Anexos:
Download this file (Allium_ericetorum.pdf)Allium_ericetorum.pdf[Ficha Técnica da espécie Allium ericetorum]83 kB

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ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2019 - ALUNOS 3º CICLO DO AEAV

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O Orçamento Participativo das Escolas é um processo democrático, com várias etapas, que garante aos nossos alunos de 3.º Ciclo a possibilidade de participarem, de acordo com as suas ideias, preferências e vontades, no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria da sua escola (ver anexos). O Orçamento Participativo das Escolas (OPEscolas) pretende fomentar o espírito de participação e de cidadania e valorizar a opinião dos estudantes em decisões que os afetam diretamente. Estimulam-se as escolhas responsáveis, a familiaridade com os mecanismos do voto e a participação na execução das escolhas efetuada. Nas aulas de Educação para a Cidadania/ Cidadania e Desenvolvimento será apresentado aos alunos todo o processo que deverá ser seguido e que resultará na apresentação de propostas que visem a melhoria do espaço escolar para os alunos da escola sede do AEAV. As propostas deverão ser apresentadas até ao dia 28 de fevereiro e serão posteriormente submetidas a votação pelos alunos do 3º Ciclo, no dia 24 de Março. Mais detalhes poderão ser consultados na documentação em anexo.

 

Anexos:
Download this file (OPE2019.pdf)OPE2019.pdf[ ]458 kB
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