Selecione qualquer texto do Portal Álvaro Velho para ouvi-lo!   Click to listen highlighted text! Selecione qualquer texto do Portal Álvaro Velho para ouvi-lo! Powered By GSpeech
Sociedade
KIOSK(ext)
WEBMAIL
Abrir Painel

User Rating: 0 / 5

User Rating: 0 / 5

As mulheres em Portugal, hoje: quem são, o que pensam e como se sentem

mulheres hoje 

Quem são, o que pensam e como se sentem as mulheres em Portugal? Um estudo (ver resumo) que representa perto de 2,7 milhões de mulheres entre os 18 anos e os 64 anos nas várias dimensões das suas vidas: o emprego, as horas de trabalho dedicado à casa, a situação económica, a relação com a pessoa parceira, os filhos, entre tantas outras. Com esta investigação, a Fundação Francisco Manuel dos Santos e a consultora PRM Market Intelligence esperam contribuir para gerar um debate construtivo e uma reflexão crítica sobre o papel das mulheres e dos homens na nossa sociedade (ver anexos).

Versão Digital

 

User Rating: 0 / 5

Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha da Flora Vascular- SPBotânica

allium ericetorum

Apadrinhámos uma planta da Lista vermelha portuguesa ( Sociedade Portuguesa de Botânica). Esta extensa lista de plantas que constará no livro das Plantas Portuguesas da Lista vermelha será realizado em maio de 2019. Estas estão em perigo de desaparecer. A planta selecionada de entre 620 espécies foi a Allium ericetorum. O motivo da escolha da espécie Allium ericetorum (ver anexos) foi por ser uma planta relativamente próxima (Marateca) e por resistir num ecossistema semelhante à nossa localidade. Soubemos, ainda, que esta “mancha” de plantas existe numa herdade agrícola sobrepastoreada e seria necessário sensibilizar o dono desta propriedade para este facto.

A Sociedade Portuguesa de Botânica (SPBotânica) está a promover a campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’, convidando toda a comunidade a contribuir para a conclusão do projeto ‘Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental’, através do apadrinhamento de uma das 25 espécies ameaçadas selecionadas de entre as 620 plantas-alvo do projetoO apadrinhamento é feito mediante um donativo único de valor mínimo igual a 12€ por planta, e do preenchimento do formulário eletrónico disponível no site da campanha (Natal | Primavera-Verão | Outono-Inverno), onde se encontra informação adicional. Todos os padrinhos receberão o respetivo diploma, em formato digital, e terão o seu nome junto do da planta afilhada no portal do projeto e na publicação final (em livro e versão digital), prevista para maio de 2019, como sinal de reconhecimento pelo seu valioso contributo para o projeto.

Na Escola Álvaro Velho a palestra sobre a Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental teve a presença dos biólogos Patrícia Silva e Miguel Porto da Sociedade Portuguesa de Botânica (6 de fevereiro).

palestra colagem

O projeto ‘Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental’ é um projeto científico de âmbito nacional que pretende avaliar o risco de extinção das plantas nativas do nosso país segundo os critérios e as categorias da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da UICN - União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN Red List of Threatened Species TM) e publicar a obra homónima, um documento aguardado há mais de 20 anos que terá uma importância estratégica para a definição de prioridades de conservação e para a implementação de políticas de gestão da conservação da biodiversidade em Portugal. Este documento será publicado em livro e suporte digital, e os resultados serão integrados no Cadastro Nacional de Valores Naturais Classificados, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de julho, o que permitirá, em última instância, a protecção legal das espécies ameaçadas. Os resultados preliminares do projeto, que apontam para cerca de 380 espécies de plantas ameaçadas em Portugal continental, foram recentemente divulgados em diversos órgãos de comunicação social (Expresso, TSF, Antena 1, Wilder) e podem ser consultados na nossa página de divulgação. O projeto, que teve início em outubro de 2016 e terminará em junho de 2019, é coordenado pela Sociedade Portuguesa de Botânica (SPBotânica) e pela Associação Portuguesa de Ciência da Vegetação - PHYTOS, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e culminará numa conferência pública de apresentação dos seus resultados finais no dia 21 de maio de 2019, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa

O projeto é cofinanciado em 85% pelo Fundo de Coesão através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR-03-2215-FC-000013) e em 12,2% pelo Fundo Ambiental, cabendo à SPBotânica comportar os 2,8% restantes da despesa total elegível, bem como todas as despesas consideradas não elegíveis pelas entidades cofinanciadoras no âmbito deste projeto mas essenciais para a sua concretização. Os donativos angariados na campanha ‘Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha’ serão assim um valioso contributo para a conclusão deste projecto de enorme importância para a conservação da biodiversidade em Portugal. Uma forma alternativa de contribuir para a conclusão deste projeto bem como para as restantes atividades da SPBotânica – associação sem fins lucrativos fundada em 2009 e responsável pelo desenvolvimento do portal Flora-On – é tornar-se sócio da associação. A quota anual é de 25€ para sócios individuais, 60€ para sócios coletivos, havendo descontos para crianças (5€), estudantes (15€) e famílias.

Diploma ClubeEcoamigos AV Allium ericetorum

Na sequência do donativo que concedeu ao projecto 'Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental' no âmbito da Campanha 'Apadrinhe uma Planta da Lista Vermelha', o qual muito agradecemos, junto enviamos o diploma de padrinho. Como sinal de reconhecimento, o nome dos padrinhos já se encontram no portal público do projecto e irão figurar também na publicação final em livro, que será publicada em Maio de 2019. Muito obrigada pelo generoso contributo.

 

Anexos:
Download this file (Allium_ericetorum.pdf)Allium_ericetorum.pdf[Ficha Técnica da espécie Allium ericetorum]83 kB

User Rating: 0 / 5

Peregrinação - Fernão Mendes Pinto

Peregrinacam 1614 title page

Na «Peregrinação», Fernão Mendes Pinto narra a sua vida, de aventuras e desventuras, e as suas viagens pelo Oriente, ao longo de 21 anos, em relatos de enorme riqueza, com descrições muito pormenorizadas dos povos, das línguas e das terras por onde passou. Estas descrições revelam uma enorme admiração e fascínio pela grandiosidade dessas civilizações. Chega, inclusive, a recorrer a personagens orientais para tecer críticas à cobiça e ambição dos mercadores e militares ocidentais. Por outro lado, no Ocidente da época ninguém acreditava que o Oriente fosse assim tão rico e tão diferente quanto a tradições culturais. Por estes factos, o autor é acusado por muitos de exagero, tendo ficado célebre o dito popular «Fernão, Mentes? Minto!» Hoje é consensual o valor histórico e literário da sua obra, feita de elementos verídicos e de ficção. Suspeita-se que algumas partes dos seus escritos tenham sido destruídas pelos Jesuítas aquando da Inquisição. À época da sua publicação, «Peregrinação» torna-se um sucesso, um pouco por toda a Europa, pelos conhecimentos amplos sobre o Oriente. Nos anos seguintes, teve dezanove edições, em seis línguas.

 

User Rating: 0 / 5

Scratch 3.0 - atualização

scrach

O Scratch é uma plataforma que pode se apresentar como uma linguagem de programação para crianças, sistema que usa blocos lógicos para realizar ações de todo tipo. Acabam de lançar o Scratch 3.0, uma atualização que agrega algumas funcionalidades novas para que seja possível criar melhores jogos e animações, incluindo arcade ou sistemas tipo minecraft. Nesta nova versão, temos extensões que permitem controlar hardware, assim como, novos blocos de controle. O poder controlar dispositivos reais é fundamental para esta nova era da Internet das coisas, já que será possível criar rotinas usando Scratch para que pequenos robôs reais obedeçam a instruções. É possível usá-lo a partir de celular, tablet ou PC, o que ajuda a aumentar a sua flexibilidade.

No novo editor de programação do Scratch 3.0, podemos adicionar coleções de blocos (o que eles chamam de “extensões”). É possível, por exemplo, ter extensões que permitem programar dispositivos físicos (como kits de robótica para micro: bit e LEGO) e traduzir texto dentro de projetos de rascunho, porém, teremos mais extensões com o tempo. Inclui também dezenas de novos sprites, um editor de som totalmente novo e muitos novos blocos de programação, blocos que podem ser testados no editor online.

User Rating: 0 / 5

Pedro Nunes e a distância de Lisboa à Índia

pedronunes1

Adaptado de Gaspar, J. (2019). Pedro Nunes e a distância de Lisboa à Índia. PÚBLICO.

Em 1547, foi nomeado cosmógrafo-mor do reino, tornando-se responsável pelo padrão cartográfico oficial. Teve então a oportunidade de corrigir o que considerava ser um erro grave no desenho das cartas. E assim o fez, começando por mandar fazer observações astronómicas em Diu, a fim de determinar a sua longitude. O resultado foi um novo padrão em que a distância longitudinal entre Lisboa e a Índia aparece ligeiramente encurtada, tal como num planisfério de Lopo Homem, desenhado em 1554. Uma redução mais drástica, e mais próxima da realidade, teria sido obtida se as observações mandadas fazer por Nunes tivessem melhor qualidade. No entanto, a determinação da longitude através de observações astronómicas estava ainda sujeita, naquela época, a erros consideráveis.

Voltando às queixas de Lopo Homem, por que razão considerava o cartógrafo que as cartas feitas segundo o padrão de Nunes “eram muito desvairadas de toda a verdade e ciência de navegar”? Isto é, que tipo de erros poderia torná-las incompatíveis com as boas práticas de navegação? Certamente não se trataria das distâncias entre os lugares medidas sobre as cartas – em particular, entre Lisboa e a Índia – as quais não eram geralmente de fiar. O problema estava na orientação das linhas de costa, particularmente da costa africana, que já não estava de acordo com as indicações da agulha de marear. Por outras palavras, o novo padrão tinha deixado de respeitar a concordância entre as direcções representadas nas cartas e as que eram medidas pelos pilotos a bordo, uma discordância absolutamente crítica para a segurança da navegação – muito mais do que os erros nas distâncias.

Por volta de 1560, numa nota dirigida ao rei de Portugal, o cartógrafo português Lopo Homem queixa-se asperamente do novo padrão cartográfico oficial, o Padrão del Rei, que tinha sido instituído pelo cosmógrafo-mor, o matemático Pedro Nunes. O Padrão del Rei era o modelo no qual todas as cartas náuticas utilizadas pelos pilotos ao serviço da coroa se deveriam basear. Segundo Lopo Homem, o novo padrão tinha sido preparado utilizando os eclipses do Sol e da Lua para determinar as longitudes dos lugares, mostrando que as distâncias reais de Lisboa à Índia, e também às Ilhas Molucas, eram muito menores do que as representadas nas cartas náuticas. No entanto, e de acordo com o seu testemunho, “todas cartas que por este padrão depois se fizeram […] são muito desvairadas de toda a verdade e ciência de navegar, e em todas as armadas que foram à India se fizeram e aconteceram muito maus recados e más viagens em o navegar por elas e se perderam muitas naus das armadas del rei … E por isto forçados mandam los pilotos e navegantes fazerem suas cartas … a Castela”. Na época em que esta nota foi escrita, os pilotos sabiam perfeitamente que a distância entre Lisboa e a Índia medida nas cartas náuticas estava exagerada. Pedro Nunes já se tinha queixado desse facto cerca de vinte anos antes, no seu Tratado em Defesa da Carta de Marear (1537), atribuindo-o à incompetência dos pilotos, “os quais lançam a direito tudo o que passaram por tantos rodeios, dos quais não podem fugir”. Embora Pedro Nunes estivesse certo quanto à exagerada distância longitudinal entre Lisboa e a Índia, não tinha razão em atribuí-la à incompetência dos pilotos.

User Rating: 0 / 5

150 anos da Tabela Periódica dos Elementos Químicos - 1869 a 2019

Tabela Periodica dos Elementos Quimicos 2019

2019 é o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos. Uma resolução das Nações Unidas e da UNESCO para celebrar a criação de uma das ferramentas mais importantes na história da ciência. Em 1869 Dmitry Mendeleev criou o Sistema Periódico dos Elementos Químicos. Passados 150 anos celebramos a criação da ferramenta que permite prever as propriedades da matéria – na terra, ou em qualquer parte do universo. Numa obra prima, as essências da química, da física, da biologia, e das ciências que delas floresceram, encontram-se reunidas.

Adaptado de Ciência Viva

O que fez Mendeleev?

Mendeleev partiu do trabalho de outros cientistas e organizou a informação num sistema. Este sistema não era uma simples forma de organizar conhecimento. Com ele conseguia prever a forma periódica como se repetiam as propriedades dos elementos químicos. Conseguia saber detalhes dos átomos sem que os elementos tivessem sido descobertos. Deixou espaços em branco, onde fez verdadeira ciência — previu as propriedades dos elementos que os completassem. Fê-lo 25 anos antes da descoberta da primeira partícula atómica, o eletrão. Foram 7 os que postulou com verdadeira eficácia e que só viriam a ser descobertos depois da sua morte. Dmitry Mendeleev morreu sem receber nenhum prémio Nobel, mas acabou por receber uma honra exclusiva. Existem mais de 800 pessoas que receberam um prémio Nobel. Existem apenas 15 pessoas que dão nome a um elemento químico.

Primeiro Elemento

Como se produziu o primeiro elemento em laboratório, há 350 anos

Em 1669 foi pela primeira vez na história isolado e produzido em laboratório um elemento químico, o fósforo. O feito foi conseguido pelo alquimista alemão Henning Brand, que na expectativa de encontrar ouro concentrou e aqueceu a alta temperatura a própria urina. Como resultado o material queimou-se sob uma chama branca e luzidia. Brand não encontrou ouro, mas pela primeira vez na história produziu e isolou um elemento químico. Chamou-lhe “Phosphorus”, que em latim significa o que dá luz. Foram precisos cem anos para que o químico Karl Scheele substituísse este método por outro de produção mais convencional. Em 1855 o fósforo passou a dar nome e função a um objeto que todos conhecemos, seu homónimo. No entanto, pela facilidade de combustão à mínima fricção, o elemento passou da ponta do palito para a lixa, onde se encontra numa versão mais estável para nossa segurança.

User Rating: 0 / 5

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2019 - ALUNOS 3º CICLO DO AEAV

cartaz unicornio a4 V5 1

O Orçamento Participativo das Escolas é um processo democrático, com várias etapas, que garante aos nossos alunos de 3.º Ciclo a possibilidade de participarem, de acordo com as suas ideias, preferências e vontades, no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria da sua escola (ver anexos). O Orçamento Participativo das Escolas (OPEscolas) pretende fomentar o espírito de participação e de cidadania e valorizar a opinião dos estudantes em decisões que os afetam diretamente. Estimulam-se as escolhas responsáveis, a familiaridade com os mecanismos do voto e a participação na execução das escolhas efetuada. Nas aulas de Educação para a Cidadania/ Cidadania e Desenvolvimento será apresentado aos alunos todo o processo que deverá ser seguido e que resultará na apresentação de propostas que visem a melhoria do espaço escolar para os alunos da escola sede do AEAV. As propostas deverão ser apresentadas até ao dia 28 de fevereiro e serão posteriormente submetidas a votação pelos alunos do 3º Ciclo, no dia 24 de Março. Mais detalhes poderão ser consultados na documentação em anexo.

 

Anexos:
Download this file (OPE2019.pdf)OPE2019.pdf[ ]458 kB
Access this URL (https://alvarovelho.net/mp4/Orcamento_Participativo-das-Escolas.mp4)vídeo[ ]0 kB

User Rating: 0 / 5

ESTUDO SOBRE A QUALIDADE DA GOVERNAÇÃO MUNICIPAL

estudo poder local

Avaliação dos municípios portugueses de acordo com 22 indicadores de desempenho (ver anexos).

  • Apenas 42 dos 308 municípios cumprem na totalidade os requisitos de transparência financeira e de prestação de contas.
  • A maioria dos municípios portugueses demora menos de um mês a pagar serviços, material, e equipamento consumido aos seus fornecedores. 50% dos municípios fazem-no em menos de três semanas.
  • Apenas 86 dos 308 municípios portugueses realizaram orçamentos participativos e o valor médio de verbas alocadas foi de 3,7% do montante de despesas de capital previstas nos respectivos orçamentos municipais.
  • A maioria das autarquias portuguesas garante níveis saudáveis de concorrência em contratos de grande dimensão. 
  • 253 dos 308 municípios têm menos de dois contratos por empresa.

 

Anexos:
Access this URL (http://alvarovelho.net/images/PDFs/qualidade-da-governacao-local-em-portugal.pdf)qualidade-da-governacao-local-em-portugal.pdf[Estudo da Qualidade da Governação Local]0 kB
Access this URL (http://alvarovelho.net/images/PDFs/resumo-qualidade-da-governacao-local.pdf)resumo-qualidade-da-governacao-local.pdf[Resumo do estudo]0 kB
Click to listen highlighted text! Powered By GSpeech