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Referencial Europeu para as Competências Digitais dos Educadores - digcompedu

ref compdigital

Este documento apresenta um Quadro para o desenvolvimento da competência digital dos educadores na Europa. Pretende ajudar os estados membros a promover a competência digital dos seus cidadãos e impulsionar a inovação na educação. O Quadro destina-se a apoiar os esforços nacionais, regionais e locais na promoção da competência digital dos educadores, ao oferecer um enquadramento comum de referência, com uma linguagem e lógica comuns. Propõe 22 competências, organizadas em 6 áreas, e um modelo de progressão para ajudar os educadores a avaliarem e desenvolverem a sua competência digital.

Adaptado de  repositório da Universidade de Aveiro, a versão portuguesa do “Digital Competence Framework for Educators (DigCompEdu)”, da responsabilidade dos investigadores do CIDTFF, Margarida Lucas e António Moreira.

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Estudo da Sociedade Portuguesa

Confiança no sistema educativo e hábitos de poupança em Portugal (Julho 2018)

Confianca no sistemaeducativo habitospoupança Portugal Julho2018 Página 01

Pouco mais de um terço dos portugueses está satisfeito com o sistema educativo em vigor em Portugal, ou seja, apenas 36.7% da população. O mesmo acontece com os custos associados, em relação aos quais apenas 34% dos portugueses tem uma reação positiva. A contrariar a tendência está a confiança no ensino público, que tem vindo a aumentar. As conclusões são do Estudo da Sociedade Portuguesa – Confiança no Sistema Educativo e Hábitos de Poupança em Portugal, do Observatório da Sociedade Portuguesa da Católica Lisbon School of Business & Economics. No que diz respeito ao nível de confiança na escola pública, 48.2% dos inquiridos diz ter “alguma confiança” e apenas 5.4% revela bastante confiança, em contraste com os 2.1% que diz não confiar nas escolas púbicas em Portugal.

Quanto à qualidade do sistema educativo, 41.9% dos portugueses referem que tem “boa a muito boa qualidade”, 34.9% acham que tem “qualidade razoável” e 23.2% indicam que tem “má ou muito má qualidade”. Pode dizer-se que, em média, os portugueses têm um nível moderado baixo de confiança em escolas públicas em Portugal. Quando comparados os resultados obtidos no mesmo estudo em novembro de 2017, verifica-se um crescimento de 7.8% no nível de confiança com as escolas públicas em Portugal. Para a maioria dos portugueses, as escolas católicas ou relacionadas com a igreja estão entre as mais fracas. Em contraste, e apesar da insatisfação geral, quase metade dos portugueses tem preferência pela escola pública. Igualmente, mais de metade dos portugueses elogia a escolas privadas independentes.

 

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A leitura no mundo digital: reflexões sobre o livro eletrónico

leitura digital

O objetivo desta dissertação é refletir sobre a questão da leitura no mundo digital, isto é, sobre o impacto gerado nas práticas e modos de leitura no contexto das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), tendo como referência a leitura em livros eletrónicos e as novas competências exigidas pela tecnologia digital perante o ato de ler. Constatou-se que as transformações nas práticas de leitura vão além de aspectos físicos ou digitais, e abrangem toda a cadeia produtiva do livro, desde o autor até o leitor. Essas mudanças também ressignificaram o ato de ler e escrever, fazendo com que o leitor contemporâneo tenha uma participação mais ativa e dinâmica que lhes permitem decodificar os novos géneros linguísticos e utilizar as diversas ferramentas e recursos digitais.

 

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Estado da Educação 2017

ee2017

Repensar a organização do Ensino Básico, dividido atualmente em três ciclos, eventualmente acabando com o 2.º, é um dos alertas que sobressai do relatório “Estado da Educação 2017”, divulgado esta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As taxas de retenção e desistência têm vindo a diminuir nos últimos anos, atingindo o valor mais baixo da última década, em todos os três ciclos de ensino, no ano letivo anterior. É nos anos de transição de ciclo que os alunos têm mais dificuldades e acabam por ficar retidos. As escolas têm menos professores, e mais envelhecidos, e menos funcionários.

RETENÇÃO

Taxa de retenção

O relatório do CNE revela que a taxa de retenção atingiu o valor mais baixo da última década no ano letivo de 2016/2017. No 1.º ciclo, a taxa baixou para os 3%, uma redução de cerca de 40% relativamente a 2014. No 2.º e 3.º ciclos, as taxas rondam agora os 5,8% e os 8,5%, respetivamente, o que significa uma redução de cerca de 50% e 60% relativamente a 2013. É entre os alunos de famílias mais carenciadas que há mais chumbos, realidade mais recorrente entre as crianças filhas de pais com menos formação escolar. E é também nas regiões do interior do país que se encontram percentagens mais elevadas de insucesso, segundo o relatório do CNE que, pela primeira vez, dedica todo um capítulo a essa região. O insucesso escolar continua a atingir mais os rapazes do que as raparigas.

DOCENTES

Corpo docente e não docente

O corpo docente das escolas públicas está envelhecido, mais de 40% dos professores beneficiam de uma redução horária pelo facto de já terem mais de 50 anos. O que não é uma novidade. Apenas 0,4% dos professores têm menos de 30 anos de idade. O ensino público tem professores cada vez mais velhos - quase 80% do corpo docente tem idades entre os 40 e os 59 anos, sendo a faixa etária entre os 50 e os 59 a que tem maior representatividade, agregando 38,5% dos professores. No privado, quase 75% têm entre 30 e 49 anos e 6,2% menos de 30 anos. No pré-escolar, básico e secundário, entre 2007 e 2008 e entre 2016 e 2017, as escolas perderam 30 370 docentes, registando um total, no último ano letivo em análise no relatório, de 145 549 profissionais. A quebra deu-se quase por inteiro no sistema público, que perdeu 28 426 docentes, contra os 1944 que saíram das escolas privadas. Numa análise à evolução do total de funcionários nas escolas, o ensino público registou um pico em 2013/2014 com 57 988 trabalhadores não docentes, ano em relação ao qual se regista uma queda de mais de cinco mil funcionários em 2016/2017 com 52 585 trabalhadores.

DESPESAS

Despesas do Estado com Educação

Em relação às despesas do Estado com Educação, o relatório do CNE dá nota de uma ligeira redução em 2017 face a 2016, ainda que ressalve que os dados relativos a 2016 são valores provisórios e que os relativos a 2017 são preliminares. Ainda assim, os números indicam que a despesa cai 8,3 milhões de euros, de 8545,8 milhões de euros para 8537,5 milhões. O CNE destaca, por outro lado, que em 2017 se atingiu a menor despesa, desta década, com contratos de associação com os colégios privados. De um máximo de 237,3 milhões de euros gastos em 2010 com contratos de associação passou-se para 92,6 milhões de euros em 2017. Nesse ano, o Estado gastou ainda 23,2 milhões de euros com contratos simples no ensino privado. Em queda está também a despesa com o ensino profissional, que depois de em 2010 ter ultrapassado 550 milhões de euros, fixou-se nos 380 milhões de euros em 2017.

ESCOLARIZAÇÃO

Taxa de escolarização

A taxa de escolarização de crianças e jovens, dos cinco aos 14 anos de idade, é hoje de 98%, e a frequência dos jovens no Ensino Superior subiu de 5% para 43%. A percentagem dos que concluíram, pelo menos, o Ensino Secundário aumentou. “Entre os adultos, apesar de um expressivo crescimento (20 pontos percentuais na década) da percentagem dos que têm, pelo menos, o ensino secundário completo, contam-se ainda cerca de 2,5 milhões de cidadãos, maiores de 15 anos, que têm no máximo o 1.º ciclo do ensino básico”, lê-se na introdução do relatório que refere, a propósito, “que a frequência de ofertas de educação e formação para adultos, apesar de ter retomado algum ímpeto, ainda está aquém do desejável”. Em 2016/2017, havia cerca de 42 mil adultos matriculados em ofertas de educação e formação do Ensino Secundário. Entre as mais baixas qualificações, e apesar da taxa de analfabetismo se situar pouco acima dos 5%, o relatório do CNE destaca os 2,5 milhões de portugueses com mais de 15 anos que não concluíram mais do que o 1.º Ciclo do Ensino Básico e refere que, em 2017, havia apenas 2598 portugueses inscritos no programa de formação em competências básicas - que permite obter competências de leitura, escrita, cálculo e tecnologias de informação e comunicação necessárias para aceder a um curso de educação e formação de adultos (EFA) ou para encaminhar para um processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) de nível básico. Segundo o CNE, a situação portuguesa “poderá dever-se, quer à fraca mobilização da população adulta para melhorar os seus níveis de escolaridade, quer à escassez da oferta de cursos em regime pós-laboral, por parte das instituições de ensino superior”. O relatório aponta ainda que em Portugal, contrariando a tendência da União Europeia, são os desempregados que mais procuram ofertas de aprendizagem ao longo da vida.

Computadores

Computadores disponíveis

A aposta nas salas de aula do futuro, com 40 espaços criados em 26 agrupamentos e escolas não agrupadas desde 2014, contrasta com o envelhecimento e redução do número de computadores disponíveis por aluno. O CNE lembra que a decisão de apetrechar essas salas é da iniciativa das escolas, mas está muito dependente das parcerias que conseguem mobilizar, ou seja, de financiamento que não passa pelo Ministério da Educação. Segundo o CNE, em 2016/2017, com um total de 302.415 computadores, havia menos 134 445 computadores do que em 2014/2015 (436 870), “o que corresponde a uma quebra de 31%, sendo o setor público o mais afetado”. Em 2016/2017, 12% dos computadores disponíveis não tinham ligação à internet e a maioria eram computadores de secretária e não portáteis. “O material disponível parece acusar alguma antiguidade na medida em que a percentagem de computadores em uso há mais de três anos, que em 2014-2015 era de 56,9%, em 2016-2017 representa 76,5% dos computadores existentes”, lê-se no relatório. Nas escolas públicas, o número médio de alunos por computador disponível era de 6,5 alunos no 1.º ciclo e de 3,6 ou 3,7 nos restantes ciclos de ensino.

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A SAÚDE DOS ADOLESCENTES PORTUGUESES APÓS A RECESSÃO – Dados nacionais do estudo HBSC 2018

saude adolescentes

O estudo Health Behaviour in School-aged Children (HBSC) 2018, uma iniciativa da investigadora Margarida Gaspar de Matos, da Universidade de Lisboa, e da Equipa Aventura Social, é realizado em colaboração com a Organização Mundial de Saúde e conta com a participação de 44 países. Em Portugal, o primeiro estudo foi realizado em 1998, celebrando agora 20 anos. Foram aplicados questionários online, em 42 agrupamentos sorteados de escolas do ensino regular de Portugal, num total de 387 turmas, havendo um estudo complementar nos Açores. A amostra é representativa para os anos de escolaridade em estudo. Em Portugal Continental responderam 6997 jovens do 6.º, 8.º e 10.º ano, a maioria (51,7%) raparigas, com uma média de idade de 13,73 anos. O estudo pretende estudar os estilos de vida dos adolescentes em idade escolar nos seus contextos de vida, em áreas como o apoio familiar, escola, amigos, saúde, bem-estar, sono, sexualidade, alimentação, lazer, sedentarismo, consumo de substâncias, violência e migrações.

De acordo com o estudo, 29,6% dos jovens não gostam da escola, considerando que o pior é “comida do refeitório” (58,3%) e as aulas (35,3%) e o “menos mau” são os intervalos/recreios (8,3%). Os alunos sugerem que, para melhorar a comida do refeitório, esta “ser melhor cozinhada (57,2%)” e “mais variada (44,2%)”. A grande maioria (80,3%) dos alunos sente-se sempre ou quase sempre segura na escola, enquanto 13,7% referem que sentem muita pressão com os trabalhos da escola. Já 85,6% disseram que só faltam às aulas quando estão doentes ou têm algum imprevisto, refere o estudo, indicando ainda que 14,2% dos jovens considera-se, na opinião dos professores, “muito bom aluno” e 51,8% avalia-se como um aluno com pouco ou nenhum sucesso académico. As dificuldades apontadas na escola são que, às vezes ou sempre, a matéria é demasiada (87,2%), aborrecida (84,9%), difícil (82%) e a avaliação “um stresse” (77%). Mais de metade aponta a pressão dos pais pelas boas notas. A maioria (54,8%) disse que pretende prosseguir os estudos universitários e cerca de um terço dos alunos do 8.º e 10.º anos tem fracas expectativas face ao seu futuro profissional, ou não sabe. O estudo realça a importância de estarem disponíveis na família, na escola e na comunidade/autarquia “ações com crianças e adolescentes, que promovam o gosto e o usufruto na e pela escola, uma alimentação saborosa e saudável, o aumento de expectativas face à escola, às matérias escolares e ao seu impacto no futuro profissional”.

O estudo revela também que 79,3% dos adolescentes têm três ou mais amigos, embora 26,4% confessem ser difícil fazer novos amigos. Quase dois terços disseram conhecer pessoalmente todos os seus amigos, enquanto 34,1% referem que têm um ou mais amigos que só conhecem “virtualmente”. Nos tempos livres, 56,6% usam o telemóvel, 46,9% ouvem música e 35,7% dormem, em todos os casos várias horas por dia, e 50,7% afirmam que é a "falta de tempo" que os impede de desenvolver mais atividades de lazer. Metade dos inquiridos disse que raramente ou nunca lê, 80% raramente ou nunca fazem atividades de voluntariado, 65,7% raramente ou nunca frequentam atividades religiosas e 86% raramente ou nunca têm intervenção associativa ou política. Nesta área, o estudo defende a importância de “ações com crianças e adolescentes, que promovam a gestão do tempo, o convívio entre pares à volta de atividades de caráter cultural, artístico ou desportivo e ainda, a participação social e exercício da cidadania ativa”.

Oito em cada dez adolescentes consideram-se felizes. Mais de oito em cada dez adolescentes (81,7%) considera-se feliz, revela o estudo, que aponta ainda que 27,6% se sente preocupado “todos os dias, várias vezes por dia”. 21,8% dos adolescentes afirma ainda que quando tem uma preocupação intensa, esta “não o larga” e “não o deixa ter calma para pensar em mais nada”. Segundo o inquérito, 16,2% dos jovens refere que, “sempre ou quase sempre, não é capaz de controlar coisas importantes da sua vida” e 17,1% afirma que “sempre ou quase sempre, sente que as suas dificuldades se acumulam de tal modo que não as consegue ultrapassar”. Quase 28% diz que nunca ou quase nunca sente que as coisas lhe correm como queria, e 26,2% nunca ou quase nunca se sente confiante com a sua capacidade para lidar com problemas pessoais. Os autores do estudo defendem a importância de, na família, na escola e na comunidade/autarquia, “estarem disponíveis ações com crianças e adolescentes que promovam a gestão e autorregulação das emoções, a resolução de problemas, a autoconfiança.

A nível familiar, o estudo revela que, apesar da situação ter melhorado nos últimos anos, apenas 22,5% das mães dos adolescentes têm um curso superior (e 15,5% dos pais). Outra conclusão aponta que 85,5% dos pais e 85,1% das mães têm um emprego. A maioria considera ser fácil falar com os pais, especialmente com a mãe (85,5%) e um quarto dos jovens confessa ter dificuldades em falar com o pai. De acordo com HBSC, 71,7% vive com os pais na mesma casa. Dos que não vivem com ambos os pais, 36,3% vive com a mãe e raramente ou nunca está com o pai. Mais de dois terços (68,8%) faz todos os dias refeições com os pais e 34,4% todos os dias toma o pequeno-almoço com os pais. A grande maioria (83,7%) considera que o sítio onde vive é um sítio bom para viver. Na sequência destes resultados, o estudo destaca a importância de estarem disponíveis na escola, nos locais de trabalho e na comunidade/autarquia ações com as famílias que “promovam o tempo e o convívio em família, a comunicação pais­filhos e, de um modo mais macro, a possibilidade da continuação do aumento da escolarização dos pais e das mães”.

Quase 20% dos alunos tiveram comportamentos autolesivos pelo menos uma vez no último ano. Quase 20% dos alunos inquiridos num estudo disseram ter tido comportamentos autolesivos pelo menos uma vez no último ano, dos quais 58,7% referiram ter-se magoado nos braços. De acordo com o HBSC, 90% dos adolescentes nunca fizeram ‘bullying‘ nos últimos dois meses na escola e 81,2% disseram que nunca foram vítimas deste tipo de provocação, um resultado que “continua a refletir que mais jovens se assumem como vítimas do que como provocadores”. Perto de 95% referiram nunca ter provocado ‘cyberbullying’, com recurso a tecnologias, e 91,8% disseram nunca terem sido vítimas desta provocação. O estudo revela também que 72,6% dos adolescentes não estiveram envolvidos em lutas no último ano. Dos que se envolveram, 59,7% disseram que foi na escola, 21% na rua, 8,6% em casa e 7,5% num recinto desportivo/ginásio/balneário.

A nível do consumo de substâncias, o HBSC revela que 93,7% dos jovens referiram não fumar. Aponta ainda que 3,7% dos inquiridos disseram não consumir bebidas destiladas diariamente e 89,4% nunca consumiram. Quanto à cerveja, 3,6% contaram que bebem todos os dias e 91% nunca o fazem. O consumo de vinho é menos frequente, como habitual em edições anteriores do estudo. Dos jovens que referem consumir, 5,2% embriagaram-se pelo menos uma vez no último mês e 11,8% pelo menos uma vez durante toda a vida. Referem mais frequentemente ter experimentado canábis (4,8%) e solventes/benzinas (3,6%), sendo o LSD e o Ecstasy as substâncias psicotrópicas mais desconhecidas entre os jovens. O estudo defende a importância da “autorregulação e da promoção de outras competências pessoais e sócio emocionais que aumente a valorização da saúde/bem-estar, e previna comportamentos lesivos da saúde, nomeadamente o uso de substâncias psicoativas”.

Questionados sobre a sua saúde, 33,6% dos adolescentes disseram estar “excelente” e 15,1% contaram ter uma doença ou uma incapacidade prolongada ou permanente, com diagnóstico há mais de dois anos (76%), que implica tomar medicação (60,3%), afetando a sua atividade de tempos livres com os amigos (30,7%) e a participação na escola (28,4%) e implica o uso de equipamento especial (20,8%). Cerca de 42% têm alergias, 33,5% asma, 8,6% queixam-se de ter dores de costas todos os dias, 6,3% no pescoço e ombros e 5,3% dores de cabeça, também diariamente. Os jovens referem que 63% das escolas têm gabinete de saúde e 50,5% dos alunos do 8.º e 10.º anos de escolaridade referem ter tido aulas de Educação sexual/Educação para a saúde. O profissional de saúde mais frequentado pelos adolescentes é o dentista (50,6%), seguido pelo médico de família (37,6%), o oftalmologista (24,4%), o pediatra (19%) e o psicólogo (12,6%). Apesar de cerca de um terço dos adolescentes se considerar bem informado em matérias de saúde, apenas 54,8% sabem que há medicamentos que podem ter efeitos não desejáveis e apenas 50,2% referem saber verificar o prazo na embalagem de um medicamento.

 

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Portugal contemporâneo: regimes, revoluções, constituições e poder político

Cronologia Port Contemp 22out

Uma cronologia dos regimes, revoluções e poder político no país.

Infografia de: José Miguel Sardica (historiador e professor universitário) | Design (sobre gravuras/imagens): Ivone Ralha | Coordenação: Fundação Francisco Manuel dos Santos.

 

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A História do Azoto

historia azoto

Tudo começa com a descoberta de peixes mortos no lago da cidade. O responsável parece ser o azoto. Mas afinal o que é o azoto? É bom ou mau? Escrita pela investigadora Vanda Brotas Gonçalves e ilustrada por Rui Sousa, esta é uma história sobre o azoto, umas vezes herói outras vezes vilão.

 

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 O que é o Orçamento do Estado?

oestado

O Orçamento do Estado (OE), instrumento de gestão que contém uma previsão discriminada das receitas e despesas do Estado, incluindo as dos fundos e serviços autónomos e o orçamento da segurança social, é da iniciativa exclusiva do Governo e deve ser apresentado à Assembleia da República, sob a forma de proposta de lei, até ao dia 15 de outubro de cada ano. O debate desta iniciativa está sujeito a um processo legislativo especial.

O Orçamento do Estado é...

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Na Biblioteca Digital do Ministério das Finanças encontram-se disponíveis os Orçamentos Gerais do Estado a partir de 1836 e até 1996.​​

Ver também Direção Geral do Orçamento.